A foto: Postbot segue sempre as pernas da carteira Cindy. O funcionário atrás garante as situações de emergência.

O novo colega de trabalho de Cindy Rexrodt é amarelo e preto, as cores da Deutsche Post. Ele auxilia a carteira em seu trabalho pelas ruazinhas da zona antiga de Bad Hersfeld, no norte do estado de Hesse. “Ele é um alívio grande para mim, noto isso também nas minhas costas”, elogia.
Na equipe formada por ser humano e robô, o “Postbot”, como foi batizado, é o fortão, Rexrodt é a inteligente. Há três semanas ambos fazem juntos o trajeto de entregas: ela conhece o caminho, as caixas de correio, as placas com os nomes dos moradores e a clientela; ele a acompanha de perto, sobre as quatro rodas.
As baterias íon-lítio no chassis têm teoricamente autonomia de oito horas. “Até agora, ele sempre aguentou firme”, confirma Rexrodt. E nunca deu qualquer problema, apesar do terreno acidentado: “Paralelepípedos, beiras de calçada, um monte de obstáculos”, enumera a carteira de 35 anos. Ela afasta a franja loura da testa e aperta um botão na parte frontal do autômato, onde se lê “Seguir”.
A dupla dinâmica avança por entre as barracas do mercado. O caminho é naturalmente apertado, o Postbot se mantém sempre cerca de um metro atrás da companheira. Os fotossensores mantêm as pernas dela constantemente na mira: suas medidas foram escaneadas e armazenadas na memória do robô, ele só segue a elas.
Quando Rexrodt para, ele para também, se necessário de modo bem brusco. “Ele nunca me atropelou os calcanhares”, assegura. De resto, o artefato está sempre alerta: quando um transeunte lhe chega perto demais, ele o contorna, numa curva abrupta.

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